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MUSEU DO ORIENTE ORGANIZA STREET FOOD FESTIVAL

O Museu do Oriente organiza um Street Food Festival. Especialidades asiáticas e locais, jogos tradicionais orientais, visitas à la minute, uma conferência sobre Reiki, uma cerimónia do chá e demonstração de kimono, integram a programação do Street Food Festival organizado pelo Museu do Oriente no domingo, 20 de maio, das 11.00 às 19.00.

Entre as animações gratuitas a decorrer, não faltarão demonstrações de massagens tailandesas, pintura de mãos com henna e um calígrafo chinês a exemplificar a sua arte. Ao longo de todo o dia, as visitas à la minute convidam a conhecer, em apenas 15 minutos, uma peça específica do vasto espólio do Museu do Oriente. O Biombo Nambam, a estatueta de Guan Yu ou as Facas de Cordão Umbilical de Timor-Leste, são algumas das peças e histórias a desvendar, a partir das 10.45.

Integrado no programa Museu em Festa, comemorativo dos 30 anos da Fundação Oriente e 10 anos do Museu do Oriente, a entrada no Museu e actividades são gratuitas, sendo o consumo no Street Food Festival pago.

De referir que, neste dia, em virtude da realização da Corrida EDP Lisboa A Mulher e A Vida, o acesso ao Museu do Oriente estará condicionado. Das 10.00 às 12.30, o trânsito automóvel estará cortado na Rua Cintura do Porto e Av. Brasília, em ambos os sentidos.

Museu do Oriente Street Food Festival

20 de Maio

Programa 10.30 – 19.00

Logradouro e acesso pedonal do Museu

Museu | Entrada e actividades gratuitas

Street Food | Consumo pago

 Programa:

STREET FOOD | 11.00 – 19.00
LOGRADOURO LADO SUL

Participantes:

  • Coal
  • A Bucha
  • Merenda Portuguesa
  • Beijo na boca | Gelados
  • Gastronomia das Filipinas | Especialidade: churrasco típico filipino
  • Restaurante Calcutta | Cozinha indiana
  • Restaurante Novo Bonsai | Cozinha japonesa

ACESSO PEDONAL DO MUSEU
Gastronomia da Tailândia 

ACTIVIDADES
10.45 – 16.45 | VISITAS À LA MINUTE

15 minutos para conhecer uma peça [Pisos 1 e 2, Museu do Oriente]
M/16 anos | Participantes máx.20/visita

10.45-1100 | MENINO JESUS BOM PASTOR 
Goa, século XVII [Exposição Presença Portuguesa na Ásia, piso 1]

11.30 -11.45 | MODELOS DE MAQUILHAGEM
China, Pequim, ca.1972 [Exposição A Ópera Chinesa, piso 2]

12.15-12.30 | FACHADA DO EDIFÍCIO DOS ARMAZÉNS FRIGORÍFICOS DE ALCÂNTARA – MUSEU DO ORIENTE [1940]

15.00 -15.15 | FACAS DE CORDÃO UMBILICAL 
Timor-Leste (Ainaro), c. 1900 [Exposição Presença Portuguesa na Ásia, piso 1]

15.45 -16.00 | BIOMBO NAMBAN
Biombo de seis folhas, Japão, período Edo (1615-1868) [Exposição Presença Portuguesa na Ásia, piso 1]

16.30-16.45 | ESTATUETA DE GUAN YU
China, Pequim, ca.1985 [Exposição A Ópera Chinesa, piso 2]

11.00 | CONFERÊNCIA SOBRE JIKIDEN REIKI
Por José Neves [Sala Beijing]
[Participantes máx. 100]

11.30 – 12.30 | JOGOS TRADICIONAIS ORIENTAIS 
14.30 – 15.30 | JOGOS TRADICIONAIS ORIENTAIS

Participantes máx. 24/sessão [Sala SE]

14.00 – 18.00 | CERIMÓNIA DE ANIVERSÁRIO DE BUDA
[Auditório]_ 200 bilhetes disponíveis

15.00 | O PROJECTO CAMÉLIA: UM CHÁ JAPONÊS EM PORTUGAL
Em colaboração com Chá Camélia

[Sala Nova Deli]
[Participantes máx. 25]

17.30 | DEMONSTRAÇÃO DE KIMONO
Por Kimino Chiyo de Kimono PT [Sala Beijing]
[Participantes máx. 100]

EXPOSIÇÃO UM MUSEU DO OUTRO MUNDO COM PROGRAMA GRATUITO

A Exposição Um Museu do Outro Mundo, a intervenção que José de Guimarães concebeu para assinalar o 10.º aniversário do Museu do Oriente e o 30º da Fundação Oriente, dá o mote a um programa de actividades gratuito, durante o mês de Maio, que inclui uma conversa entre o artista e o público e visitas guiadas à exposição.

Na sexta-feira, 4 de Maio, às 18.30, o arquitecto Pedro Campos Costa orienta uma visita à exposição cujo espaço desenhou. A 19 de Maio, sábado, é a vez do curador Nuno Faria explicar o conceito por detrás deste diálogo entre arte popular asiática e as obras de José de Guimarães.

Esta reflexão e diálogo têm continuidade numa conversa a várias vozes, com convidados de áreas tão diversas quanto a curadoria, a antropologia e a arquitectura, que se realiza a 25 de Maio, sexta-feira, às 18.30. Entre outros, a conversa versará a transcendência e o ritual, a alteridade na arte e fora dela, cultura material e representação do outro, temas caros aos museus e ao artista, transversais à sua obra.

Composta por 150 peças – que incluem objectos da colecção Kwon On do Museu do Oriente, obras da autoria de José de Guimarães, criadas propositadamente para esta mostra, bronzes, jades e terracotas chinesas da colecção privada do artista -, “Um Museu do Outro Mundo” reflecte sobre o museu enquanto espaço de alteridade, em permanente troca e diálogo com a estranheza e a familiaridade entre a arte e a vida, o museu e o mundo. A exposição pode ser visitada até 3 de Junho.

Exposição “Um Museu do Outro Mundo”
José de Guimarães

nos 30 anos da Fundação Oriente e nos 10 anos do Museu do Oriente

VISITAS GUIADAS
Gratuito, por ordem de chegada | Máx. 25 pessoas/visita

4 Maio | Sexta | 18.30 
Com Pedro Campos Costa [arquitecto do espaço expositivo]
19 Maio | Sábado | 16.30 
Com Nuno Faria [curador da exposição]

CONVERSA
25 Maio | Sexta | 18.30 
Com José de Guimarães, Nuno Faria, Pedro Campos Costa, Nélia Dias, Guilherme d’Oliveira Martins,  Sofia Campos Lopes
Entrada livre, sujeita à capacidade da sala

BANGLADESH, CHINA E TIMOR SÃO OS PRÓXIMOS CONVIDADOS DO MUSEU DO ORIENTE

Na programação especial que assinala o 10º aniversário do Museu do Oriente e o 30º da Fundação Oriente, as tradições e os costumes do Bangladesh, da China e de Timor estarão em destaque durante o mês de Maio. Aos domingos, a entrada no museu e as actividades são gratuitas. A programação inclui ainda um street food festival, dedicado a sabores locais e asiáticos.

A 29 de Abril, o Museu do Oriente celebra com o país em destaque, o Bangladesh, a entrada no Ano Novo Bangali. Este será o fio condutor das actividades a realizar, que começam com a procissão Mangal Shovajatra ou procissão da felicidade, animada por máscaras e réplicas de animais e outros motivos auspiciosos. Outras tradições recriadas ao longo do dia incluem uma cerimónia de casamento, um desfile de trajes, uma conferência-demonstração de música e um espectáculo de dança, música e teatro. Para ver também e até 4 de Maio, uma exposição de pintura e têxteis tradicionais. Abertas à participação dos visitantes, haverá ainda uma degustação de gastronomia e uma oficina de máscaras para famílias.

A 5 e 6 de Maio, é a vez da China se dar a conhecer, com um programa onde se destaca o concerto pela Escola de Ópera de Shanghai, com duas apresentações. As actividades de domingo arrancam com uma exuberante dança do leão, que se repete ao final do dia. Inspirando relaxamento e bem-estar, terão lugar uma aula aberta de tai chi, um workshop de meditação zen, uma cerimónia de chá zen e música e uma palestra sobre o budismo. Desafiando públicos de toda as idades, não faltam oficinas para bebés e crianças, uma visita orientada ao Museu e workshops de caligrafia e arte de cortar papel.

Já o fim-de-semana de 12 e 13 de Maio é dedicado a Timor, num programa que combina aspectos da cultura tradicional e contemporânea. Para além de três exposições sobre arquitectura tradicional timorense e pintura (patentes até 27 de Maio), duas conferências sobre arquitectura e o papel da mulher na sociedade timorense dão a conhecer a realidade social e cultural do país. Por outro lado, são os mitos, lendas e ritos tradicionais que inspiram visitas temáticas, oficinas para crianças, um workshop de dança e “Nakeyir Al-Knanoik”, sessão com um contador de histórias. O dia termina com o concerto de Piki Pereira [voz] e Mintó Deus [viola].

No domingo, 20 de Maio, entre as 11.00 e as 19.00, o Museu do Oriente organiza um Street Food Festival com especialidades locais e asiáticas e actividades para toda a família, incluindo jogos tradicionais e uma demonstração de kimono.

Programação dia 29 de Abril

CELEBRAR O ANO NOVO DO BANGLADESH

29 Abril
10.00 | BOAS-VINDAS AOS CONVIDADOS E PÚBLICO SEGUNDO A TRADIÇÃO BANGALI 
[Entrada do Museu]

10.30 | INÍCIO DAS CELEBRAÇÕES COM A PROCISSÃO ‘MANGAL SHOVAJATRA’ 
Procissão da Felicidade [Da zona exterior do Museu até ao rio]

11.00 – 12.30 | COMO ELABORAR AS MÁSCARAS USADAS NA PROCISSÃO ‘MANGAL SHOVAJATRA’
Para famílias com crianças M/5 anos [Sala SE]
[Participantes máx. 20, 10 crianças + 10 adultos]

11.30 | INAUGURAÇÃO DA EXPOSIÇÃO DE PINTURA E TÊXTEIS TRADICIONAIS
Patente até 4 de Maio [Lounge] 

11.30 – 12.30 | CONFERÊNCIA-DEMONSTRAÇÃO DE MÚSICA: JORNADA ATRAVÉS DA MÚSICA
Músicas tradicionais do Bangladesh [Sala Beijing]
Lotação da sala | 100 lugares

11.30 – 14.30 

  • DEMONSTRAÇÃO DE COZINHA E ARTE
  • CERIMÓNIA TRADICIONAL DE CASAMENTO E PROCISSÃO ‘GAYE HOLUD’
  • DECORAÇÃO DE MÃOS COM HENNA
  • DEMONSTRAÇÃO DE COMO USAR UM SAREE

[Salão Macau]

13.30 – 14.30 | DEGUSTAÇÃO DE ESPECIALIDADES DA COZINHA DO BANGLADESH
[Foyer]

15.00 – 15.40 | DESFILE DE TRAJES TRADICIONAIS DO BANGLADESH
[Salão Macau]

18.00 | ESPECTÁCULO DE DANÇA, MÚSICA E DRAMA TRADICIONAIS DO BANGLADESH 
[Auditório]
*Para este espectáculo serão disponibilizados 175 bilhetes.

Co-produção | Embaixada do Bangladesh

Veja toda a restante programação aqui.

FUNDAÇÃO ORIENTE E MUSEU DO ORIENTE CELEBRAM ANIVERSÁRIO COM PROGRAMAÇÃO ESPECIAL

Fundação Oriente e Museu do Oriente em Festa com actividades gratuitas de 16 de Março a 27 de Maio. Índia, Coreia, Filipinas, Tailândia, Japão, Bangladesh, China e Timor são as culturas em destaque durante a celebração do 30º aniversário da Fundação Oriente e do 10º aniversário do Museu do Oriente, que tem início a 16 de Março e se prolonga até 27 de Maio, com entrada e actividades gratuitas aos domingos.

Exposições, concertos, workshops sobre as mais variadas artes e técnicas orientais, aulas de yoga, dança tradicional e estampagem de tecidos, palestras, demonstrações e um street food festival com especialidades locais e asiáticas integram esta programação especial. Até final de Maio, haverá ainda espectáculos de grande exuberância visual como danças tradicionais da Tailândia ou a performance de tambores Taiko, pelo grupo Ondekoza do Monte Fuji, Japão. Aceda aqui à programação completa do Museu em Festa.

A programação de aniversário arranca a 16 de Março, com uma intervenção inédita de José de Guimarães no Museu do Oriente – “Um Museu do Outro Mundo – José de Guimarães nos 30 anos da Fundação Oriente e nos 10 anos do Museu do Oriente”. Composta por 150 peças – que incluem objectos da colecção Kwon On (arte popular asiática) do Museu do Oriente, obras da autoria de José de Guimarães, criadas propositadamente para esta exposição, e peças da colecção de arte chinesa do artista, esta intervenção reflecte sobre o museu enquanto espaço de alteridade, em permanente troca e diálogo com a estranheza e a familiaridade entre a arte e a vida, o museu e o mundo.

Constituída em 18 de Março de 1988, a Fundação Oriente tem como objectivos primordiais a realização e o apoio a iniciativas de carácter cultural, científico, educativo, artístico e social, sobretudo em Portugal e em Macau, e a defesa do património cultural ligado à língua e à história da presença de Portugal no Oriente, o desenvolvimento dos estudos orientais em Portugal e dos estudos internacionais sobre a presença portuguesa na Ásia.

Com delegações em Macau, na Índia e em Timor-Leste, a Fundação Oriente desenvolve também uma significativa acção na área filantrópica e um programa de bolsas de estudo de investigação, de doutoramento e de língua e cultura portuguesa e línguas e culturas orientais, promovendo ainda o ensino da língua portuguesa em Macau, Goa e Timor-Leste, e o apoio às comunidades da diáspora macaense.

A abertura do Museu do Oriente, a 8 de Maio de 2008, marcou um novo ciclo na vida da Fundação. Instalado no edifício Pedro Álvares Cabral – construído nos anos 40 do século XX – o Museu veio valorizar e reforçar as relações históricas entre Portugal e os países da Ásia. Um dos raros museus na Europa vocacionado para as relações entre as grandes civilizações do Ocidente e do Oriente, o Museu do Oriente é um espaço de encontro de culturas e civilizações através da arte, da música, da literatura, do teatro, da religião, da política e da economia.

Exposição Pray for Peace – Arte contemporânea de Portugal e Japão

É inaugurada amanhã 7 de dezembro no Museu do Oriente a partir das 18:30, a exposição Pray for Peace, numa altura em que estão passados mais de 70 anos sobre o bombardeamento atómico de Nagasaki, e numa altura em que o mundo vive nova ameaça nuclear, seis artistas portugueses e oito japoneses reúnem-se em torno da comemoração da paz, nesta exposição de arte contemporânea.

Com recurso a materiais tão diversos como porcelana, papel de seda, madeira ou metal, as obras dos artistas Mami Higuchi, Júlia Pintão, Vitor Espalda, Acácio de Carvalho, Céu Costa e João Carqueijeiro cruzam-se nesta exposição com os trabalhos dos japoneses Mana Aki, Ryuta Endo, Tomiyuki Sakuta, Sanae Yamamoto, Choichi Nishikawa, Kazushige Hamamoto, Takeo Hasegawa e Takashi Yoshida. Pray For Peace – Arte Contemporânea de Portugal e Japão” revela uma ligação inevitável entre os dois países, proporcionando um diálogo entre artistas que se influenciam reciprocamente e refletem sobre o tema da paz numa série de gravuras, xilogravuras, serigrafias e pinturas.

A exposição é complementada por um conjunto de desenhos de crianças de escolas portuguesas e japonesas, elaborados sobre a temática da paz e apresentados em formato vídeo.

Este encontro de culturas, entre Oriente e Ocidente, procura manter vivos os laços que unem Portugal e Japão – cujas relações históricas remontam a 1543 – e resulta de uma cooperação entre a Câmara Municipal do Porto, a Casa Museu Guerra Junqueiro, o Museu da Paz de Nagasaki, o Museu da Bomba Atómica de Nagasaki e a Matriz – Associação de Gravura do Porto, que têm vindo a desenvolver um importante trabalho de intercâmbio artístico.

O mundo mudou. O que foi feito em Nagasaki e Hiroshima já não é tolerado pela maioria dos países. A humanidade sofreu uma evolução. No entanto, ver as notícias revela que temos ainda um imenso caminho a percorrer. Temos que fazer com que as notícias de hoje se tornem em algo impensável amanhã, algo pertencente ao passado. Seria pretensioso pensar que este projecto é um grande passo nessa direcção, mas eu espero que muitos pequenos passos nos mantenham no bom caminho”, afirma a comissária da exposição, Mami Higuchi.

A exposição estará patente até 31 de dezembro, de terça a domingo entre as 10:00 e as 18:oo, sendo que à sexta-feira o horário se prolonga até às 22:00, com entrada gratuita a partir das 18:00. O preço dos bilhetes é de 6 €.

 

Terapias orientais para promover o bem-estar

O Museu do Oriente organiza, a partir de 22 de Abril, um conjunto de workshops que dão a conhecer terapias orientais de promoção do bem-estar geral como a massagem e a culinária ayurvédica, o feng shui e a poesia haiku.

Dividido em duas sessões, que se realizam a 22 e 29 de Abril (09.30-13.30), o workshop de massagem ayurvédica champi centra-se neste tratamento relaxante, indicado para a zona da cabeça. Os participantes vão aprender a aplicar esta massagem, reconhecendo o seu valor e poder curativo em situações de stress e ansiedade, enxaqueca, dores de cabeça ou para revitalização de todo o corpo.

Também dedicado a esta medicina tradicional indiana, o workshop de introdução à alimentação ayurveda, de 23 a 25 de Maio, ensina a reconhecer os alimentos e condimentos que equilibram e protegem da doença. A partir da identificação do seu biótipo, os participantes vão aprender a conjugar aromas, paladares e modos de confecção e, no final, terão oportunidade de confecionar uma refeição completa que será partilhada por todos.

Em Maio, durante quatro sessões (12, 19, 26 Maio e 2 Junho), o curso de introdução ao Feng Shui dá a conhecer a sua origem e teorias básicas, contemplando ainda procedimentos de aplicação prática.

o curso de introdução ao Feng Shui dá a conhecer a sua origem e teorias básicas, contemplando ainda procedimentos de aplicação prática.
O curso de introdução ao Feng Shui dá a conhecer a sua origem e teorias básicas, contemplando ainda procedimentos de aplicação prática.

“Poesia Haiku e Saúde” (18 e 25 de Maio) é o workshop que aprofunda o potencial revitalizador desta forma poética, estendendo a sensibilidade, sobriedade e elegância que a caracterizam ao universo de referência individual de cada participante. De origem japonesa, o haiku tem um enorme poder expressivo e uma íntima ligação à natureza e à filosofia Zen. Os participantes irão aprender a usá-lo como terapia contra o stress, promotora da contemplação e do equilíbrio.

De origem japonesa, o haiku tem um enorme poder expressivo e uma íntima ligação à natureza e à filosofia Zen.
De origem japonesa, o haiku tem um enorme poder expressivo e uma íntima ligação à natureza e à filosofia Zen.

Terapias orientais

 Workshop de Massagem Ayurvédica Champi

22 e 29 Abril

Horário: 09.30-13.30

Preço: € 40

Participantes: mín. 10, máx. 20

Visita guiada ao Museu do Oriente assinala Dia Internacional dos Monumentos e Sítios

O Museu do Oriente associa-se às celebrações do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, este ano subordinado ao tema “Património Cultural e Turismo Sustentável”, com a organização de uma visita orientada ao seu edifício, classificado como Monumento de Interesse Público, no dia 18 de abril, terça-feira, às 11.00, com entrada livre.

O Museu do Oriente associa-se às celebrações do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, este ano subordinado ao tema “Património Cultural e Turismo Sustentável”, com a organização de uma visita orientada ao seu edifício
O Museu do Oriente associa-se às celebrações do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, este ano subordinado ao tema “Património Cultural e Turismo Sustentável”, com a organização de uma visita guiada ao seu edifício

Desenhado pelo arquitecto João Simões, em 1939, o edifício Pedro Álvares Cabral, onde está instalado o museu, albergava [até 1992] os Armazéns Frigoríficos da Comissão Reguladora do Comércio do Bacalhau do Porto de Lisboa. De traça modernista, conotada com o estilo e iconografia do Estado Novo, esta construção portuária enquadrava-se no espírito racionalista que representava a tendência da época e que levaria à construção das gares marítimas de Alcântara e da Rocha do Conde de Óbidos.

Anteriormente dividido em 50 câmaras frigoríficas, zonas de tratamento dos alimentos, armazéns, casa das máquinas e um ginásio para os trabalhadores, o edifício caracteriza-se pela ausência de fenestrações e pelos painéis exteriores com baixos-relevos do escultor Barata Feyo.

Respeitando a essência arquitectónica do edifício, mas adaptando-o interiormente ao novo uso, a requalificação é assinada pelos arquitectos João Luís Carrilho da Graça e Rui Francisco, com enquadramento paisagístico de Gonçalo Ribeiro Telles, passando actualmente a dividir-se por seis pisos, compostos por áreas expositivas, Reservas, Serviço Educativo, Centro de Documentação, Restaurante, Auditório e Centro de Reuniões.

A transformação deste edifício industrial num equipamento cultural moderno enquadra-se na tendência que se observa nas grandes cidades portuárias europeias, onde antigos pólos de actividade comercial foram reabilitados para fins culturais, contribuindo para a revitalização dos respectivos tecidos urbanos.

“Um espaço. Vários projectos.”

Visita orientada ao edifício Pedro Álvares Cabral

18 de Abril – Dia Internacional dos Monumentos e Sítios

Horário: 11.00-12.00

Público-alvo: M/16

Participantes: máx. 30

A entrada é gratuita mas limitada, pelo que é necessário fazer previamente inscrição.

Explosão de ritmos no Museu do Oriente

Uma explosão de ritmos é o que vai acontecer no Museu do Oriente com o ateliê de Tambores das ilhas de Java e Bali, que se realiza no dia 17 de Abril, às 18.00, com Elizabeth Davis, chefe de naipe de percussão da Orquestra Sinfónica Portuguesa.

Uma explosão de ritmos é o que vai acontecer no Museu do Oriente com o ateliê de Tambores das ilhas de Java e Bali, que se realiza no dia 17 de Abril, às 18.00, com Elizabeth Davis, chefe de naipe de percussão da Orquestra Sinfónica Portuguesa.
Uma explosão de ritmos é o que vai acontecer no Museu do Oriente com o ateliê de Tambores das ilhas de Java e Bali, que se realiza no dia 17 de Abril, às 18.00, com Elizabeth Davis, chefe de naipe de percussão da Orquestra Sinfónica Portuguesa

Nesta oficina, os participantes têm a oportunidade de aprender alguns dos ritmos exuberantes da Indonésia, utilizando vários tipos de tambores e ficando a conhecer a sua história.

A sessão é orientada por Elizabeth Davis, licenciada pela Universidade de Nottingham e pela Royal Academy of Music, fundadora do Machina Mundo e do Yogistragong, grupo lisboeta de Gamelão de Java, na sequência do convite feito pela Fundação Oriente, em 2007, para estudar Gamelão na Indonésia.

A actividade é organizada em colaboração com a Embaixada da Indonésia.

Ateliê Tambores das Ilhas de Java e Bali

17 de Abril

18.00-20.00

Preço: € 15

Participantes: mín. 7, máx. 15

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