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LISBOA NA RUA 2020 – LISBOA SOA

LISBOA NA RUA 2020 – LISBOA SOA

Formação & Educação

Data
24/09/2020 até 27/09/2020
Ver progr | Quinta, Sexta, Sábado, Domingo
Local

Lisboa, Lisboa

Classificação Etária
A classificar pela CCE
Preço
Grátis
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Descrição do Evento

LISBOA NA RUA 2020 – LISBOA SOA – Num ano em que os limites são diariamente desafiados, procuramos neste Lisboa na Rua refletir sobre o mundo e sobre a nossa intervenção, enquanto voltamos a alimentar o espírito com sons e histórias, numa programação que junta música, teatro, cinema, conversas e dança.

O Lisboa na Rua está de regresso, animando a cidade com cinema, música, teatro e dança, mas este ano com um programa um pouco diferente e com algumas regras.
Escolhemos espaços e locais da cidade que permitam manter a devida distância e com acesso limitado para podermos, assim, regressar devagar à cidade, e celebrar a cultura ao ar livre e em segurança, através de uma programação multidisciplinar entre 13 de agosto e 27 de setembro. A entrada é gratuita em todos os eventos, mas sujeita, obrigatoriamente, a inscrição ou levantamento prévio de bilhete.

Apesar de todas as condicionantes, fizemos questão de voltar a trazer a cultura para a rua, respeitando todas as medidas de segurança recomendadas neste momento, de forma a preservar a saúde pública. Assim, este ano, não há grandes palcos nem espetáculos para milhares de pessoas, mas a programação não é menos desafiante por isso. E mesmo ao ar livre, toda a programação do Lisboa na Rua acontece em espaços com lotações limitadas, distâncias de segurança, com máscaras e higienização.

Em 2020, o festival Lisboa Soa está de regresso e terá lugar em diferentes espaços da cidade. Acontece no âmbito da Lisboa Capital Verde Europeia e propõe uma (re)descoberta da cidade pelos ouvidos, num ano particularmente marcado pelo silenciamento forçado das nossas cidades, em que a escuta ganhou novos horizontes.

Março deste ano, tornou-se claro que o programa que estava inicialmente previsto não podia ser desenvolvido e o Lisboa Soa procurou adaptar-se e responder ao desafio, juntando-se dessa forma ao espírito resiliente demonstrado por toda a população durante este período de grandes incertezas.
Foi neste contexto que o festival lançou uma open call para atribuição de seis bolsas de criação a artistas portugueses, ou residentes em Portugal, interessados em explorar o formato da instalação ou escultura sonora.
Muitas outras surpresas, bem como os locais das apresentações, serão anunciadas mais perto da data.

INSTALAÇÕES SONORAS | Seleção Open Call | 24 a 27 setembro
10h – 18h30

Centro de Interpretação da Estufa Fria de Lisboa

COMPASSO INCERTO, Coletivo Suspeito

Compasso Incerto é um habitáculo instável, tornado objeto sonoro pela ativação do público que o explora. A capacidade de equilíbrio e força de cada utilizador serão as ferramentas que tornam única quer experiência como a composição sonora, que reagirá apenas ao corpo humano e ao seu próprio movimento, ritmo e destreza.

Estufa Fria de Lisboa

MYSTICETI, Eunice Artur

O projeto explora a íntima relação entre a humanidade e a natureza. Corresponde a uma escultura/performance onde o som, o desenho inscrito na própria matéria tridimensional, a escultura, terá uma componente assente numa construção e num encontro improvisado, composto em tempo-real em
residência ou ‘in situ’. Fala de uma viagem.
Esta é uma história sobre o canto das baleias e o canto nómada, a dualidade mar e terra, o respeito pelo movimento natural das coisas e da vida.

Estufa Fria de Lisboa

CORO, Gonçalo Alegria

Na tragédia grega, o Khoros desempenha a função de dar informação e situar na peça o espectador. Aqui, recorremos à mesma técnica, deixando uma série de cabeças animadas que sustentam o que o colectivo
uniforme diz, uma voz que torna o espetador passante alvo da sua contracena, que se vê agora como um ator sem guião.
O texto usado é retirado da obra da Electra, de Sófocles.

Jardim do Torel

CORPO CLIMA, Nuno da Luz

Usando apenas energia cinética causada pela deslocação das massas de ar pela cidade – ventos e brisas, pretende-se criar uma série de pequenos espanta-espíritos na senda daqueles que se podem encontrar um pouco por toda a Ásia, com especial enfoque nas cidades do Japão. Lá, os espanta-espíritos (ou Furin) são considerados tanto como talismãs, como geradores de frescura: o seu som que ocupa maioritariamente frequências altas, é considerado como um som “fresco” e “frio” que consegue baixar a sensação térmica, de forma acústica, dos verões quentes e húmidos que se sentem no Japão.

Garagem EPAL

NON-PLACE, Nuno Mika

Não-Lugares são espaços de transitoriedade onde os seres humanos permanecem anónimos e sem qualquer relação suficiente para serem considerados “lugares”, segundo o antropólogo francês Marc Augé. Como é o caso dos transportes, que desempenham um papel vital na sociedade e na economia.
A nossa qualidade de vida depende de um sistema de transportes eficiente e acessível.
Simultaneamente, os transportes são uma fonte de poluição atmosférica, consumindo um terço de toda a energia no mundo e sendo a maior fonte de ruído do mundo.

Reservatório da Patriarcal

ILHAS – UMA CONSTELAÇÃO, Sara Anjo

“llhas – uma constelação” é uma série de áudio-coreografias, um conceito inventado por resultar de um trabalho sonoro pensado a partir do corpo e do movimento e refletem acerca de três gestos primordiais da humanidade: respirar, caminhar e parar. Para além dos três gestos matriciais, este trabalho aborda o imaginário da viagem e da geografia insular, partindo da ideia que ilha é um corpo rodeado de mar e vive embalado pela alternância das marés.

Para além das 6 obras selecionadas por open call, poderemos encontrar outras instalações sonoras que ocuparão, durantes estes quatro dias, diferentes espaços.

Local a confirmar

FICTIONAL FORESTS, Gil Delindro

Fictional Forests é uma instalação Sonora e Novos Media, uma espécie de Ready-made natural, onde a sala  de exposição se torna uma incubadora de experiências sensoriais com organismos vivos, que através de uma nova observação, assumem formatos acústicos inesperados. Espécimes de plantas vão ser escolhidas de acordo com as suas características acústicas, e posteriormente transplantadas para um novo espaço enquanto elementos mecânicos de uma instalação eletroacústica.

Palácio Sinel de Cordes – Trienal de Arquitetura de Lisboa

ECHOPLASTOS, Henrique Fernandes e Gustavo Costa

Instalação sonora onde a ressonância (echo) é moldada (plastos) por materiais sintéticos, tóxicos e poluentes. Sendo um paradoxo da sociedade contemporânea, a conceção urbana de ecologia social confronta-se com a necessidade de libertação do meio que ambiciona – a comunhão em grande escala. Ainda assim, são os pequenos gestos que muitas vezes nos indicam novas direções e alternativas mais sustentáveis perante um futuro iminentemente catastrófico. Damos um passo de cada vez, o possível e o necessário.

Itinerante

WOODPECKERS, Marco Barotti

Vários pica-paus mecânicos transformam em tempo real as radiações invisíveis usadas para comunicação móvel e tecnologia sem fio em padrões de percussão acústica audíveis e visíveis. O resultado sonoro é uma composição acústica generativa, que sofre constantes transformações. Uma paisagem sonora ao vivo que ressoa como um conjunto de tambores invasores em ambientes urbanos e naturais.

Estufa Fria de Lisboa

CLAMS, Marco Barotti

Na natureza, as ameijoas (clams) são detetões de poluentes, servem como pequenos sistemas de filtragem. Inspirado por esse processo natural, Marco Barotti apresenta uma instalação de som cinética acionada pela qualidade da água. Som e movimento unem-se para criar uma experiência que permite ao público ver e ouvir a qualidade da água em tempo real. As esculturas são feitas com plásticos industriais reciclados e pretende-se consciencializar para a poluição da água.

Campo Mártires da Pátria

ENVIRONMENTAL BIKES, Kaffe Mathews

Inventada por Kaffe Matthews, a Sonic Bike evoluiu ao longo de 12 anos de projetos internacionais e continua a ser pesquisada e desenvolvida para expandir os potenciais de composição e as experiências auditivas únicas que ela cria. No Lisboa Soa, a artista apresenta pela primeira vez a sua mais recente criação, uma nova fase do ciclismo sónico, a Environmental Bike, uma bicicleta que transmite som e música a partir da qualidade do ar que um ciclista percorre.
Desta forma, o ciclista percorre a cidade para ouvir e registar a qualidade do ar ao seu redor.

Largo da Severa

LISBOA SEM TÍTULO, Ana Água, Carmo Rolo e Ricardo Guerreiro

Uma mulher imigrante sente saudades da Lisboa que já chamou sua e sai para a rua no seu encalço. Pelo caminho ouvem-se vozes, ora nostálgicas ora críticas, sobre a cidade e sobre a mudança. Esta instalação resultou da contribuição voluntária de várias pessoas que participaram na ação Correio das Palavras tendo o texto de Shahd Wadi servido como espinha dorsal do texto final.
O Correio das Palavras faz parte de uma pesquisa informal e artística, promovida pelo Centro de Inovação da Mouraria e pela Associação Bairros, no âmbito da articulação destas entidades com o território.

PERFORMANCES

24 setembro

Garagem EPAL | 18h30

UNÍSSONO, Nuno Veiga e Yola Pinto

Uníssono é uma peça de improvisação que propõe o movimento como veículo de criação e composição sonora em paralelo com o espaço acústico envolvente. Uma criação de Nuno Veiga (som), lançando o convite a vários bailarinos e coreógrafos. Aqui com Yola Pinto (movimento) numa vertente experimental, em uníssono com o espaço nas suas diversas frequências, numa amplificação conjunta de escuta dos lugares onde acontece.

Garagem EPAL | 18h30

SE SE DESSE UM CORPO AO BULÍCIO, Nuno Rebelo e Constanza Brncic

Se se desse um corpo ao bulício é um projeto de improvisação que explora o território comum ao gesto performativo e à produção de sons, propondo continuamente a criação de composições que flutuam entre o acaso e o necessário. Os intérpretes utilizam diversos objetos e instrumentos que, seja em acústico ou amplificados, vão produzindo espaços sonoros e simultaneamente geram imagens e ações. O resultado é uma peça que se move entre o concerto e a performance.

25 setembro

Jardim do Goethe | 18h

(DO) RURAL – RETROPROJECTORES SONOROS, Luís Antero e João Lourenço

A partir de algumas das paisagens e marcos noros da Beira Serra, assim como de elementos naturais dos locais gravados, (retro)projectam-se imagens líquidas telúricas.
É o rural que se transporta para a cidade e nela se funde como coisa una.

Jardim do Goethe | 18h30

ADRIANA SÁ E JOHN KLIMA

Adriana Sá e John Klima interagem com os sons à nossa volta utilizando um instrumento de cordas construído com diversos materiais reciclados. O instrumento tem uma ressonância extraordinária, prolongando sons graves e plenos de harmónicos por muito tempo; através dele os artistas descobrem e desenvolvem vocabulário musical para quatro mãos.

Jardim do Goethe | 19h30

THE CONSTRUCTION OF TIME, Vitor Joaquim e João Silva

Esta proposta de concerto tem uma natureza combinatória de dois elementos: por um lado corresponde a material pré-existente e composto, que se encontra neste momento em fase final de produção discográfica. Por outro lado, numa perspetiva combinatória, na sua concretização ao vivo, pretende-se produzir um concerto com características site-specific, isto é, cuja formulação e apresentação tenha em consideração os aspectos arquitetónicos do lugar, assim como, e fundamentalmente, as suas qualidades acústicas. Nesta lógica, pretende-se fazer uma apresentação que de alguma forma se adapte à natureza do espaço, fazendo-o florescer e funcionando de forma não intrusiva, respeitando também as suas possíveis fragilidades acústicas em termos de volume sonoro, ao mesmo tempo que se explora a sua espacialidade.

26 setembro

Pátio da Galeria Monumental | 11h

CONCERTO PARA UMA ÁRVORE, Fernando Mota
Crianças e famílias

Concerto para uma árvore marca o início de uma pesquisa à volta de objectos sonoros e instrumentos musicais experimentais criados a partir de árvores e outros materiais naturais. O instrumento Hárvore foi criado a partir de um carvalho cortado numa limpeza de terrenos na Serra de Montemuro em Fevereiro deste ano. Durante a quarentena, esta pequena árvore foi-se lentamente transformando num instrumento musical, com cordas esticadas entre os seus ramos e sinos em lugar de flores.

Jardim Bordalo Pinheiro, Museu de Lisboa | 14h30

ORGANISMUS KATHÁRSIS II, Francisca Marques e Inês Pereira

Organismus Kathársis II é uma performance orientada para a purga de toxinas emocionais através da expressão sonora. Tem como objetivo a ativação de um estado energético criado por um conjunto de elementos que compõem o organismus que, com recurso à voz, percussão de instrumentos metálicos e uma série de ritos, atingem um estado de Kathársis colectiva. Propõe-se um ato de comunhão, uma ação espiritual, uma expansão da perceção do espaço interior do corpo e da sua projeção para uma estrutura de suporte sobre a qual lançamos os medos e as frustrações. Um lugar de cura e de permissão.

Pavilhão Branco, Museu de Lisboa | 17h

AVALON (2001) | Raw Forest

O título, é uma referência ao filme de ficção científica de 2001 de Mamoru Oshii.
Encontramo-nos na cena final. Numa realidade aparentemente perfeita. Ao fundo, como premonição e em  disrupção uma ópera da Orquestra de Varsóvia ouve-se em tom épico e dramático.

Panteão Nacional | 21h

CAMPO PRÓXIMO, Diogo Alvim e Matilde Meireles

Campo Próximo é uma peça sonora que trabalha a perceção e a construção de lugares, interligando locais remotos com o espaço em que é apresentado. Para cada versão são realizadas gravações de campo (som e imagem) a partir de uma estratégia de relação com o espaço de apresentação.
Os materiais daí provenientes são apresentados por um período de tempo proporcional à distância entre o lugar original e o de escuta. O diálogo entre as diferentes paisagens sonoras e a sala vai acelerando até o ponto de total convergência em que a arquitetura e a própria presença do público se tornam os protagonistas da proposta musical daí resultante.

Panteão Nacional | 22h

ANGÉLICA SALVI E JOÃO PAIS FILIPE

Concerto imersivo que junta a harpista Angélica Salvi com o percussionista João Pais Filipe. Angélica Salvi  toca harpa com recursos eletrónicos, tendo lançado o aclamado álbum “Phantone” em 2019. João Pais Filipe, que editou “Sun Oddly Quiet” em abril deste ano, é um impressionante percussionista que constrói gongos, pratos e outros instrumentos de percussão.

27 setembro

Estufa Fria de Lisboa | 18h

GABRIEL FERRANDINI

Nascido na Califórnia em 1986, Gabriel Ferrandini é geralmente encontrado na cena musical livre e improvisada. Há alguns anos decidiu reinventar-se e dedicar-se à composição.
Desenvolveu então um projeto solo, interessado principalmente em explorar os contrastes entre o acústico e os sons amplificados, combinando seu habitual kit de bateria com pedais do volume, subs pesados, baixas frequências e feedbacks. É uma experiência intensa, fisicamente e sonicamente, que nos vai fazer questionar os limites da música.

Estufa Fria de Lisboa | 19h

FOLIO I. (CATÁLOGO POÉTICO), Joana Sá e Luis J Martins

Colocando em ressonância o contexto atual com a ideia de ‘morte’ de um teatro, enquanto espaço de  apresentação, Joana Sá e Luís J Martins iniciam aqui a primeira entrada de um ‘catálogo poético’: Folio I. Questionando práticas e formatos musicais, o duo irá trabalhar sobre a ideia de experiência musical enquanto vestígio, ‘ressonância entre’, traço (in)tangível. Neste sentido e enquanto nova criação, Folio I. propõe-se como performance-à-escuta que capta, desconstrói e se realimenta de experiências /recursos/
objetos em ressonância com o tempo, o espaço envolvente e a cidade.

PASSEIOS SONOROS

26 setembro | 10h

O QUE ESTÃO A OUVIR, NÃO É O QUE EU ESTOU A OUVIR, Caminhada com Álvaro Fonseca e Francisco Pinheiro
Mais informações e inscrições através de lisboasoa@gmail.com; máximo de 15 participantes; duração: 2h30; Percurso circular.

Esta caminhada será pretexto para o coletivo West Coast partilhar algumas das suas experiências no rio Tejo, criando um paralelismo entre o ambiente sonoro da cidade e os lugares ribeirinhos por onde tem estado com o projeto Guarda-Rios. A partir de ações de escuta, pensaremos em conjunto a nossa relação  com a cidade e as arquiteturas que nos levam ao rio. Álvaro Fonseca e Francisco Pinheiro fazem parte do colectivo West Coast, que tem desenvolvido um trabalho de criação e investigação a partir de diferentes
rios do país, através do seu projeto Guarda-Rios.

27 setembro | 10h

WATER WALK, Margarida Mendes
Mais informações e inscrições através de lisboasoa@gmail.com; máximo de 15 participantes; duração: 1h30; Percurso frente ribeirinha.

Tomando o rio Tejo como ponto de partida para uma reflexão ecocrítica sobre a dimensão sónica dos ecossistemas aquáticos, este passeio narra a cidade expandida através da lente do rio, analisando o som como um vetor que define relações interespécies.
Refletiremos como os resíduos sónicos da industrialização e do turismo afetam comunidades costeiras e  aquáticas, debatendo as principais infraestruturas em desenvolvimento.
Esta caminhada faz parte da pesquisa de Margarida Mendes sobre literacia costeira e ecologia acústica e  incluirá exercícios de escuta acima e abaixo da linha d’água.

PROGRAMA ONLINE

24 setembro | 21h30

SYMPATHETIC RESONANCES, Ellen Fullman

Ellen irá demonstrar uma nova interface que projetou para mapear e tocar as harmónicas e afinações naturais de um quarteto de cordas. Ela tocará o seu Long String Instrument e observará as ressonâncias
que se desenvolvem quando as frequências são adicionadas a partir de um sampler midi sintonizado apenas em afinação justa e controlado com um iPad.

25 setembro

15h30

MIKHAIL KARIKIS
Mostra de filmes seguida de debate

No seu trabalho de imagem em movimento, performance, som e fotografia, Mikhail Karikis colabora com  comunidades localizadas fora do contexto da arte contemporânea e busca estratégias que ampliem as vozes daqueles que podem ser esquecidos, marginalizados ou negligenciados estruturalmente.
Mikhail utiliza a escuta e o vídeo para questionar a dinâmica do poder entre o visível e o inédito e como formas de ativismo e cuidado.

Filmes:
Ferocious Love (2020) comissariado por Tate and Birmingham City University
No Ordinary Protest (2018) comissariado por Whitechapel Gallery, Film & Video Umbrella, MIMA
Children of Unquiet (2014) comissariado por Sheffield International, Radio Papesse and 19th Biennale of Sydney
Sounds from Beneath (2012) comissariado por Whitstable Biennale

21h30

VIRTUAURAL SELF-IMMERSION LIVE STREAMING BINAURAL HEADPHONE CONCERT, Francisco López

Reconhecido internacionalmente pela intensidade, riqueza e detalhes de áudio surpreendentes das suas  performances imersivas ao vivo no escuro, o compositor/artista de áudio Francisco López tem surpreendido um pouco por todo o mundo com as suas experiências sonoras com sistemas surround  multicanal. Criadas a partir de uma infinidade de ambientes sonoros originais, naturais e artificiais,  captadas por todo o mundo, não são paisagens sonoras, mas sim mundos virtuais não representacionais
de som (“não realidade virtual, mas virtualidade real”), onde o ouvinte desenvolve a sua própria xperiência. Para este evento, López criará uma performance online ao vivo especial com o seu novo sistema para  transmitir experiências imersivas de fones de ouvido binaurais.

26 setembro | 11h30

DEEP LISTENING ONLINE WORKSHOP, Ximena Alarcon

A prática de Deep Listening® desenvolvida por Pauline Oliveros, IONE e Heloise Gold, convida-nos a  expandir a nossa consciência do som e como ele viaja através do tempo e do espaço, em lugares próximos e  distantes.
Através de meditações sonoras, exercícios de energia corporal,escutando o mundo dos sonhos e incorporando a Internet como meio de expansão da nossa presença, os participantes praticarão formas de  ouvir num presente partilhado.

APOIOS: EPAL, INSTITUTO ITALIANO DE CULTURA, GOETHE INSTITUT, TRIENAL DE ARQUITETURA, CENTRO DE INOVAÇÃO DA MOURARIA, ANTENA 1

Em segurança e em liberdade, dois conceitos que podem ser sinónimos, se assim o quisermos.

LISBOA NA RUA 2020 - LISBOA SOA

NOTAS:

– As atividades presenciais decorrem em espaços com controlo de acessos, de modo a manter a distância de segurança entre os participantes.

– Recomenda-se o cumprimento das regras de segurança pessoal, como o uso de máscara, distanciamento físico e etiqueta respiratória.

– Entrada livre, limitada à capacidade de cada espaço, ao levantamento de bilhetes ou reserva prévia.

– Alguns eventos serão transmitidos em streaming.

LISBOA NA RUA 2020 – LISBOA SOA – Mais informação ver aqui

Informação Extra:

Autocarros, Estacionamento, Metro, Restaurantes

Morada:

Lisboa (Vários locais)

Coordenadas GPS:

38°43'15.29"N
9°8'44.25"W
Mapa de Evento da Coolture

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