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DIAS DA MÚSICA | DSCH – S. ENSEMBLE LA BONNE CHANSON

DIAS DA MÚSICA | DSCH – S. ENSEMBLE LA BONNE CHANSON

Música & Festivais

Data
30/04/2017
17:00 | Domingo
Local

Centro Cultural de Belém - Sala Luís de Freitas Branco, Lisboa

Classificação Etária
M/06 anos
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Descrição do Evento

La Bonne Chanson

Johannes Brahms Duas Canções, op. 91, para Meio-Soprano, Viola e Piano
I. Saudade saceada (Poema de Friedrich Rückert)
II. Canção de embalar sagrada (Poema de Emanuel Geibel após Lope de Vega)
Dmitri Schostakovich Trio n. º 1, op. 8, Poema
Gabriel Fauré La Bonne Chanson, op. 61, para Meio-Soprano, Dois Violinos, Viola, Violoncelo, Contrabaixo e Piano (Poemas de Paul Verlaine)
I. Une sainte en son auréole / II. Puisque l’aube grandit / III. La lune blanche luit dans les bois / IV. J’allais par des chemins perfides / V. J’ai presque peur, en vérité / VI. Avant que tu ne t’en ailles / VII. Donc, ce sera par un clair jour d’été / VIII. N’est-ce pas? / IX. L’hiver a cessé
 
DSCH – Schostakovich Ensemble
Filipe Pinto-Ribeiro piano e direção artística
Hagar Sharvit meio-soprano
 
Corey Cerovsek violino
Isabel Charisius viola
Quirine Viersen violoncelo
Tiago Pinto-Ribeiro contrabaixo
Rosa Maria Barrantes piano
 
O ciclo de nove canções La Bonne Chanson ocupa um lugar cimeiro na obra de Gabriel Fauré e no maravilhoso universo da “mélodie française”.  baseado em poemas o de cordas e piano, que ouviremos neste concerto.
 o seu violino (que representa a sua alma) por um livro qu A obra é baseada em poemas do livro homónimo de Paul Verlaine. A maior parte de La Bonne Chanson foi composta nos Verões de 1892 e 1893, que Fauré passou em Bougival, como convidado do banqueiro Sigismond Bardac e da sua mulher, a cantora Emma Bardac, por quem Fauré se apaixonou (apesar desta vir a casar mais tarde com Claude Debussy). Fauré escreveu que La Bonne Chanson foi a sua composição mais espontânea, com Emma a  cantar-lhe diariamente o novo material musical. Obra de grande arrojo harmónico e profunda expressividade, La Bonne Chanson não foi bem recebida na estreia em Paris pelo público musical conservador: Camille Saint-Saëns disse que Fauré tinha enlouquecido mas, em contraste, Marcel Proust escreveu que adorou. Johannes Brahms escolheu o seu instrumento de arco preferido, a viola, para enriquecer a sonoridade das belíssimas Duas Canções, op. 91. A segunda “Canção de embalar sagrada” (segundo o poema “Canción de cuna sacra”, de Lope de Vega), foi composta por ocasião do baptismo do seu afilhado, filho do grande violinista Joseph Joachim e da igualmente célebre cantora Amalie Joachim, em 1864. A primeira canção, Saudade saceada, nasceu provavelmente só 20 anos mais tarde, no período mais tardio de criação do grande compositor alemão. Em oposição, Schostakovich compôs o Trio, op. 8, n.º 1, para piano, violino e violoncelo, que intitulou de Poema, com apenas 16 anos, enquanto aluno do Conservatório de São Petersburgo. A génese desta obra está relacionada com circunstâncias pessoais: o Trio é dedicado a Tatiana Glivenko, que Schostakovich conheceu na Crimeia no Verão de 1923 e com quem teve a sua primeira e intensa relação amorosa, que durou até 1929. Este Trio Poema, um poema sem palavras, impressiona pela qualidade de composição e pela grande expressividade e lirismo do ainda muito jovem compositor russo.
FILIPE PINTO-RIBEIRO

Informação Extra:

Acesso de Mobilidade Reduzida, Autocarros, Bares, Comboios, Estacionamento, Restaurantes

Morada:

Praça do Império, Lisboa 1400-206 Lisboa

Coordenadas GPS:

38°41'43.84"N
9°12'30.07"W

Transportes:

Autocarro: 201, 714, 727, 728, 729, 751
Eléctrico: 15E
Comboio: Belém
Barco: Belém

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