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ALCEU VALENÇA E ORQUESTRA OURO PRETO – VALENCIANAS II | CASINO ESTORIL

ALCEU VALENÇA E ORQUESTRA OURO PRETO – VALENCIANAS II | CASINO ESTORIL

Música & Festivais

Data
21/01/2020
21:30 | Terça
Local

CASINO ESTORIL - Salão Preto e Prata, Estoril

Classificação Etária
M/06 anos
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Descrição do Evento

ALCEU VALENÇA E ORQUESTRA OURO PRETO – VALENCIANAS II – Após a bem-sucedida parceria entre o cantor e compositor Alceu Valença, o maestro Rodrigo Toffolo e o diretor de cena Paulo Rogério Lage, com a criação de Valencianas, que percorreu o Brasil e Portugal, sempre com concertos esgotados, o trio anuncia a continuidade do projeto com um novo espetáculo: o concerto Valencianas II.

O espetáculo chega com o desafio de trazer ao público novas músicas, novos arranjos e vai abranger ainda mais os sucessos da carreira de Alceu.
Valencianas, a primeira edição do espetáculo, foi concebida em 2010, para celebrar os 40 anos de carreira de Alceu Valença, fruto do encontro com Paulo Rogério Lage, que há tempos planejava proporcionar contornos orquestrais à sua obra, juntamente com o maestro da Orquestra Ouro Preto e o homenageado. Pela primeira vez, o trabalho do cantor e compositor pernambucano recebeu arranjos orquestrais, o que representou uma experiência inédita na carreira de Alceu.

Após apresentações pelo Brasil, nas cidades de Recife, Belo Horizonte e São Paulo, os músicos desembarcam em janeiro de 2020 em Portugal para dois concertos inesquecíveis.

ALCEU VALENÇA E ORQUESTRA OURO PRETO – VALENCIANAS II

Alceu Paiva Valença nasceu em São Bento do Una, agreste de Pernambuco, no dia 1 de julho de 1946. O envolvimento de Alceu com a música começa na infância, através dos cantadores de feira da sua cidade natal. Jackson do Pandeiro, Luiz Gonzaga e Marinês, três dos principais irradiadores da cultura musical nordestina, foram captados por ele. Em casa, a formação ficou por conta do avô, Orestes Alves Valença, que era poeta e violeiro. Aos 10 anos vai para Recife, onde mantém contato com a cultura urbana, e ouve a música de Orlando Silva e Dalva de Oliveira, alternando com o ritmo de Little Richard, Ray Charles e outros ícones da chamada primeira geração do rock and roll.

Recém-formado em Direito no Recife, em 1969, desiste das carreiras de advogado e jornalista – trabalhou como correspondente do Jornal do Brasil – e resolve investir na música.

Em 1971, vai para o Rio de Janeiro com o amigo e incentivador Geraldo Azevedo. Começa a participar de festivais universitários, como o da TV Tupi com a faixa Planetário. Nada acontece. Nenhuma classificação, pois a orquestra do evento não conseguiu tocar o arranjo da canção.

Em 1980, lança o LP Coração Bobo (Ariola), cuja música de mesmo nome faz sucesso nas rádios de todo o país, revelando o nome de Alceu Valença para o grande público. Apresenta-se em vários estados brasileiros.

Em 1996, ao lado de Geraldo Azevedo, Zé Ramalho e Elba Ramalho participa da série de shows O Grande Encontro, que percorreu diversas cidades brasileiras e registrada pela gravadora BMG no álbum de mesmo nome.

Em julho de 2000, participa da noite “Pernambuco em canto: carnaval de Olinda”, no Festival de Montreux (Suíça), ao lado de Elba Ramalho, Geraldo Azevedo, Naná Vasconcelos e Moraes Moreira.

Em maio de 2003, grava novo projeto ao vivo no Rio de Janeiro (Indie Records), reunindo vários sucessos em um álbum e, pela primeira vez, em DVD. Em julho, é agraciado com o Prêmio Tim de Música Brasileira na categoria “Melhor cantor regional”, pelo álbum De Janeiro a Janeiro, em cerimônia realizada no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Ainda nesse mês chega às lojas o álbum Ao vivo em todos os sentidos. Em agosto o DVD do mesmo projeto é lançado.

Em 2009, trabalhou no seu filme Cordel Virtual (a Luneta do Tempo) um musical que não segue a linha de nenhum musical tradicional. No fundo, é um mergulho que faz em sua infância, no seu passado e este tem a trilha sonora das ruas do Nordeste, dos cantadores anônimos, conquistas, violeiros, emboladores, cegos arautos de feira, da música de Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro, do samba-canção dos anos 50, da música contemporânea brasileira.

Em 2014, o álbum Amigo da Arte foi indicado ao Grammy Latino de Melhor Álbum de Música Regional ou de Raizes Brasileiras. Em 2015, ganhou o 26º Prêmio da Música Brasileira na categoria Melhor Cantor Regional.

No ano de 2016, durante seu show no carnaval do Recife na madrugada de 9 para 10 de fevereiro, marco esperado anualmente por pernambucanos e turistas, convida à todos a participarem do lançamento de seu filme a ocorrer em 24 de março seguinte. O convite, feito com o figurino do filme utilizado por ele e pela banda, viria a ser divulgado boca-a-boca por todos os que assistiram o show no marco zero e pela internet.

Buscando reviver a histórica vocação musical da cidade de Ouro Preto (Minas Gerais), Rufo Herrera e Ronaldo Toffolo, associados a um grupo de instrumentistas que integravam o grupo Trilos e o Quarteto Ouro Preto, criaram, no ano de 2000, a Orquestra Experimental da UFOP, hoje Orquestra Ouro Preto. É formada por cerca de 20 músicos, aos quais se associam músicos convidados, em função do repertório a ser executado. Tem como Diretor Artístico e Regente Titular o Maestro Rodrigo Toffolo.

Uma das mais prestigiadas formações orquestrais do país, a Orquestra Ouro Preto tem como diretor artístico e regente titular o Maestro Rodrigo Toffolo. Premiado nacionalmente, o grupo vem se apresentando nas principais salas de concerto do Brasil e do mundo.

Criada em 2000, a Orquestra Ouro Preto tem atuação marcada pelo experimentalismo e ineditismo, sob os signos da excelência e da versatilidade. Em sua trajetória, destaca-se a presença em todo o território nacional e nas principais capitais do país, como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Recife, Manaus, Curitiba, Porto Alegre, João Pessoa, Salvador e Natal. No exterior, sua qualidade foi comprovada em turnês de sucesso, com presença de grande público em apresentações na Inglaterra, Portugal, Espanha, Argentina e Bolívia.

Possui onze trabalhos registrados em CD e sete em DVD: Latinidade (2007), Oito Estações – Vivaldi e Piazzolla (2013), Valencianas: Alceu Valença e Orquestra Ouro Preto (2014), Antonio Vivaldi – Concerto para Cordas (2015), Orquestra Ouro Preto – The Beatles (2015), Latinidade: Música para as Américas (2016), Música para Cinema (2017), O Pequeno Príncipe (2018), Suíte Masai (2019) e Quem Perguntou Por Mim: Fernando Brant e Milton Nascimento (2019).

Em sua discografia destaca-se o Prêmio da Música Brasileira 2015, na categoria Melhor Álbum de MPB, a indicação ao Grammy Latino 2007, como Melhor Disco Instrumental por Latinidade, e a distribuição mundial dos discos Latinidade – Música para as Américas e Antônio Vivaldi – Concerto para Cordas pela gravadora Naxos, a mais importante do mundo dedicada à música de concerto.

ALCEU VALENÇA E ORQUESTRA OURO PRETO – VALENCIANAS II

Mais informação ver aqui

Informação Extra:

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Morada:

Av. Dr. Stlanley Ho, 2765-190 Estoril

Coordenadas GPS:

38°42'26.38"N
9°23'50.33"W

Transportes:

Comboio: Estoril

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