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Está fechada a programação para 27ª edição do Curtas, que regressa a Vila do Conde entre 6 e 14 de Julho, com uma selecção de mais de 250 filmes de produção recente que pretendem ser um espaço de descoberta, reencontro e divulgação para novos e consagrados autores.

27ª EDIÇÃO DO CURTAS COM PROGRAMAÇÃO FECHADA

Está fechada a programação para 27ª Edição do Curtas, que regressa a Vila do Conde entre 6 e 14 de Julho, com uma selecção de mais de 250 filmes de produção recente que pretendem ser um espaço de descoberta, reencontro e divulgação para novos e consagrados autores.

Em 2019, o cinema português volta a ocupar a sala e horário nobre do festival. Dezasseis filmes em estreia na competição nacional, cinco filmes que marcaram o panorama do último ano e dezasseis filmes de escola darão um olhar transversal e transgeracional para o cinema que se faz, actualmente, no país. Nas sessões não competitivas haverá ainda espaço para a antestreia dos primeiros episódios da série de Marco Leão e André Santos, Luz Vermelha; a estreia de Mutantes S. 21- 25 anos depois, documentário sobre os históricos Mão Morta, assim como sessões especiais com cinema de Manoel de Oliveira e João César Monteiro.

Secção maior do festival, a Competição Nacional do Curtas resume a singularidade de uma nova geração de realizadores portugueses, dos nomes que têm sido reconhecidos nos festivais internacionais, Gabriel Abrantes, Diogo Costa Amarante, Diogo Baldaia ou Sofia Bost, até aos novos valores cujos filmes antecipam um futuro que queremos acompanhar, Maureen Fazendeiro ,Alex Siqueira e Laura Carreira. E porque o festival se faz também de continuidade, regressam a Vila do Conde este ano: Mariana Gaivão, André Marques, Paulo Furtado e Pedro Neves. A selecção para a Competição Nacional completa-se com os mais recentes trabalhos de Rui Esperança, Vasco Saltão, Miguel Afonso, Francisco Valente e Márcio Laranjeira & Sérgio Brás d’Almeida. Estas sessões vão ser seguidas de uma conversa com os realizadores.

E porque olhar o agora do cinema nacional é também perceber em retrospectiva, passam pelo Curtas uma selecção de filmes que, pela história, prémios ou percurso internacional se destacaram na produção recente do país. Em Julho, vai ser possível ver, em Vila do Conde, as obras mais recentes de Susana de Sousa Dias (Fordlândia Malaise, estreado na Berlinale), Jorge Jácome (Past Perfect, estreado na Berlinale e premiado no IndieLisboa e no Festival de Curtas Metragens de Hamburgo), Catarina Mourão (O mar Enrola na Areia, selecionado para o Visions du Réel, É tudo verdade e Oberhausen), Sílvia das Fadas (A Casa, a Verdadeira e a Seguinte, Ainda Está por Fazer, premiado no IndieLisboa) e Helena Estrela (Bela Mandil, selecionado para a Viennale).

O cinema português vai marcar ainda as sessões especiais e diferentes segmentos programáticos do festival. Já anunciados estavam o foco na obra de Carlos Conceição, as sessões especiais dedicadas ao 50º aniversário da morte de José Régio e o centenário do nascimento de Sophia de Mello Breyner Andresen. A marcar o primeiro fim-de-semana do Curtas, a estreia do documentário que assinala o quarto de século de Mutantes S. 21- 25 anos depois, um dos mais emblemáticos discos dos Mão Morta. A sessão será acompanhada por uma conversa com a banda moderada por Valter Hugo Mãe. Na secção Da Curta à Longa, antestreia dos dois primeiros episódios da primeira série da dupla Marco Leão e André Santos, Luz Vermelha, inspirada na história das Mães de Bragança e com interpretações, entre outros, de Margarida Vila-Nova, Afonso Pimentel, Joaquim Monchique e Sara Norte.

A selecção nacional do Curtas inclui ainda um espaço dedicado ao cinema de escola, Take One!, com uma selecção heterogénea de obras produzidas por alunos portugueses em escolas nacionais e estrangeiras; uma carta branca a João Nicolau inserida nas celebração do seu 20º aniversário da Agência da Curta Metragem; e um espaço dedicado a vídeos de música que demonstram particular relação com a linguagem cinematográfica. Nesta edição, entre outros, concorrem os vídeos musicais de Bruno Ferreira (para Everybody, de Sinkane), de Pedro Maia (para Paplu (Love That Moves The Sun), de Vessel), do trio André Carrilho + Rui Clara Gomes + Mantraste(para Balança, de Throes + The Shine), de Diogo Tudela (para Swisid Mekanize Rejiman, de HHY & The Macumbas) e de Leonor Teles (para Chavitas, dos Sensible Soccers).

Integrará ainda a 27ª Edição do Curtas, uma competição internacional com obras vindas de diferentes hemisférios, uma competição experimental e uma secção infanto-juvenil com cinema e oficinas pensadas para crianças, jovens e famílias. Em foco estarão também as obras de Todd Solondz e Carlos Conceição, assim como o cinema restaurado, naquela que é a nova secção de Cinema Revisitado. Em Vila do Conde será ainda possível ver os filmes-concerto de Thurston Moore, The Heliocentrics e Montanhas Azuis.

A programação completa de sessões, festas e actividades paralelas da 27ª Edição do Curtas pode ser consultada no site do evento em www.curtas.pt.

spot video curtas 2019

"A força da terra expressa-se a norte num lugar onde as erupções se aliam à energia do vento para moldar uma extensa e variada topografia."Spot video da 27.ª edição do Curtas by LOOP.

Publicado por Curtas Vila do Conde – International Film Festival em Quarta-feira, 19 de junho de 2019

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