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SUPER BOCK EM STOCK 2019 | AV. LIBERDADE, LISBOA

SUPER BOCK EM STOCK 2019 | AV. LIBERDADE, LISBOA

Música & Festivais

Data
22/11/2019 até 23/11/2019
18:00 | Sexta, Sábado
Local

Avenida da Liberdade, Lisboa

Classificação Etária
M/06 anos
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Descrição do Evento

SUPER BOCK EM STOCK 2019 – Em novembro, a música volta a tomar conta da Avenida da Liberdade, em Lisboa!

O Festival mais bonito da cidade regressa nos dias 22 e 23 de novembro. O Super Bock em Stock volta a encher a Avenida da Liberdade em Lisboa e artérias adjacentes, com alguma da melhor música do momento. A ordem é caminhar pelas ruas e, de sala em sala, descobrir Música nova, desfrutando e descobrindo também os recantos da cidade que, no dia a dia, nos passam desapercebidos. A paisagem urbana da capital entrelaça-se, assim, com as melhores propostas da vanguarda da música, num ambiente único.

Artistas: Slow J | Orville Peck | Jordan Mackampa | Marissa Nadler | Michael Kiwanuka | Ghostly | Kisses | Kevin Morby | Nilüfer Yanya | Viagra Boys | Curtis Harding | Balthazar | MEUTE | Sinkane | Ady Suleiman | Helado Negro | Col3trane | HAUTE | Dream People

O bilhete único válido para os dois dias do Festival encontra-se já à venda nos locais habituais, pelo preço de 40 até 31 de agosto, passando para 45 a partir do dia 1 de setembro e 50 nos dias do Festival. Obrigatória a troca da pulseira pelo próprio no Coliseu Lisboa a partir do dia 21 Novembro 2019.

A partir do dia 23 Novembro preço do bilhete altera para 50€.

Já confirmados:

Michael Kiwanuka nasceu em Muswell, Londres, no ano de 1987, depois de os pais terem fugido do Uganda, forçados pelo regime de Idi Amin. As primeiras paixões musicais foram suscitadas pelo rock – com Radiohead e Nirvana à cabeça. Quando é assim, criar uma banda de covers é quase sempre o passo seguinte na sintomatologia do jovem apaixonado e foi mesmo isso que Michael Kiwanuka fez, quando estudava jazz na Royal Academy Music e música pop na Universidade de Westminster. O seu talento começava a dar nas vistas e um dos primeiros a reparar nisso foi Paul Butler (The Bees), que o incentivou a gravar as primeiras canções…

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Curtis Harding é uma das figuras do melhor rock e r&b da atualidade. Nascido e criado e, Saginaw, Michigan, Curtis experimentou o palco muito cedo, acompanhando a mãe, também artista. Mais tarde fixou-se em Atlanta e foi lá que começou a dar nas vistas. A sua voz forte e marcante valeu-lhe colaborações como nome como Outkast e Cee-lo Green (neste caso, uma colaboração com vários capítulos). A partir de 2011, a carreira de Curtis conheceu um novo quando se cruzou com Cole Alexander, guitarrista da banda Black Lips. Depressa descobriram que partilhavam a paixão pela música soul de tempos antigos e essa partilha resultou no projeto Night Sun, uma fusão de r&b com rock de garagem, editado pela Burger Records.

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João Coelho nasceu em Setúbal, filho de mãe portuguesa e pai angolano. Fez-se Slow J para a música, aberto a todas essas influências. Depois de descobrir a sua paixão pela guitarra e pelo Fruity Loops, voou para Londres para estudar engenharia de som. Nesse período produziu até mais não e esperou pelo regresso a Portugal e pelo encontro com o estúdio de gravação. Entre estúdios profissionais, guest houses e o quarto em casa dos pais, João produziu, escreveu e interpretou os seus dois primeiros registos: “The Free Food Tape”, o EP que o colocou no mapa, e “The Art Of Slowing Down”, o seu primeiro disco, um dos melhores discos portugueses dos últimos anos. Passados dois anos, 2019 é a melhor altura para mais um passo, um passo firme chamado “You Are Forgiven”. “You Are Forgiven” fala tanto aos jovens como aos adultos, convidando todos a não pararem de sonhar e a não deixarem que a ideia de sucesso aos olhos dos outros limite a própria procura pela felicidade. E será difícil perdoar quem não estiver no próximo Super Bock em Stock para ficar a conhecer as novas canções de “You Are Forgiven”, o novo disco de Slow J.

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Se há dúvidas quanto ao futuro da música folk, estas dissipam-se quando se ouve Kevin Morby. Herdeiro de Dylan e de tantos outros trovadores norte-americanos, Kevin faz parte de uma geração de cantores folk que inclui nomes como Angel Olsen ou Kurt Vile. Antes da carreira a solo, o senhor Morby viveu bons momentos em grupo, indispensáveis para o seu crescimento artístico, primeiro nos Woods e depois na dupla The Babies, com Cassie Ramone. Quando deixou Brooklyn e mudou-se para Los Angeles, gravou uma colecção de canção dedicada à cidade de Nova Iorque. Aí percebeu-se que o seu caminho a solo começava a ganhar forma e em 2013 Kevin gravou aquele que seria o seu primeiro disco em nome próprio: “Harlem River”. E “Still Life”, o segundo disco, foi editado logo no ano seguinte. Kevin juntou amigos e arriscou um pouco mais, apresentando um registo que vai além da relação íntima entre um homem e a sua guitarra…

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O rock belga sempre deu bons frutos e os Balthazar são mais um exemplo disso mesmo. Tudo começou em 2004, quando Maarten Devoldere, Jinte Deprez e Patricia Vanneste ganharam uma competição de jovens talentos com a música “Lost and Found”. E, de facto, os jovens belgas não se perderam pelo caminho e incluíram esse mesmo tema no EP homónimo editado em 2006. E no ano seguinte a Bélgica começou a ficar pequena para tanto talento. Seguiram-se as primeiras atuações em França, na Alemanha, Holanda, Suíça e até África do Sul. O primeiro disco da banda chegou em 2010 e entrou diretamente para o top de mais vendidos na Bélgica.

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Quando ouvimos as canções de Col3trane logo percebemos que este é um artista obcecado pela música, também enquanto ouvinte. Com apenas vinte anos já nos tem para oferecer temas escuros e confessionais, numa síntese perfeita de soul, hip hop e r&b. Mais tarde veio o rap, a paixão por Nas, Biggie e outros, e a vontade de fazer a sua própria música. Em 2017 editou “Tsarina”, uma mixtape em que podemos ouvir as múltiplas influências de Cole (Michael Jackson, “Purple Rain” e muito rap, claro) e a sua capacidade de fazer vibrar cordas diferentes, indo ao encontro do estado de espírito de quem o ouve. A segunda mixtape, “BOOT”, atira-se à cena jazz londrina, dialogando com referências contemporâneas como a saxofonista NUBYA Garcia e o baterista/compositor Moisés Boyd. O novo EP, “Heroine”, prova que Cole é um artista com muita coisa dentro de si – contraditório, experimental, sempre apaixonado, nunca perde um irresistível apelo pop que poderá ser sentido em Lisboa, na próxima edição do Super Bock em Stock.

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Tudo começou quando seis rapazes começaram a desenvolver a sua própria linguagem, além daquilo a que convencionalmente se chama punk rock, sem nunca negar essa tradição, no entanto. Formados em 2015, os Viagra Boys são influenciados por nomes como Screaming, Jay Hawkins, Buthole Surfers, Suicide, Dead Kennedys, entre outros. Nestes últimos quatro anos tornaram-se uma referência do melhor rock escandinavo. Apesar de o nome da banda ter uma conotação sexual, a escolha aproxima-se mais de uma crítica ao papel do homem na sociedade. Quando Henrik “Benke” Höckert e Sebastian “Sebbe” Murphy saíram para uma noite de karaoke, mal sabiam que aquele momento de diversão ia mudar as suas vidas, mas assim que Sebbe começou a cantar, Benke apercebeu-se de que estava diante de algo realmente especial.

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Ahmed Gallab é simplesmente Sinkane para o mundo da música. Apesar de ter nascido em Londres, Gallab viveu no Sudão durante vários anos, um facto que acabaria por influenciar a sua música anos mais tarde. Em maio de 2008 editou o primeiro EP: “Color Voice”. No mesmo ano também fez estrada enquanto baterista, a acompanhar nomes como Caribou e Of Montreal. Um ano mais tarde, editou um disco homónimo, o que lhe permitiu chamar a atenção da DFA – uma editora à medida da sua música. Foi aí que o nível subiu, como ficou evidente nos discos que se seguiram.

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Ady Suleiman, nascido e criado na histórica cidade de Grantham, Inglaterra, é um exemplo da sorte que é nascer numa casa com muita música. A coleção de discos do pai era generosa, influenciou-o desde muito cedo e teve nomes como Jimi Hendrix a exercer um enorme fascínio sobre a personalidade do jovem Ady. Não demorou muito até que a sua sensibilidade artística se estabelecesse em territórios como o r&b, o jazz, o reggae e a soul. Com apenas 14 anos já escrevia as suas próprias canções e os concertos vieram logo a seguir, na Universidade de Liverpool. Mas a decisão de levar a música mais a sério só surgiu depois de terminar os estudos, depois de perceber que havia uma cena soul a fervilhar bem perto de si. O sucesso de Ady começou por ser local, mas rapidamente eclodiu depois de vencer o Breakthrough Act of the Year nos Worldwide Awards de Gilles Peterson.

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Roberto Carlos Lange nasceu na Florida, em 1980. Filho de pais equatorianos, o jovem Lange cresceu a ouvir música eletrónica de Miami. Mais tarde estudou arte na Savannah College of Art and Design e foi mais ou menos nessa altura que a música começou a aparecer na sua vida com mais força, depois de também ter estudado design de som e programas de áudio. No início dos anos 2000 começou a gravar as primeiras canções, com assinaturas diferentes (ROM, Epstein, Boom & Birds). Depois de se mudar para Brooklyn, a produtividade continuou em alta, desta feita em colaboração com Guillermo Scott Herren. Depois disto, chegados a 2009, não se pode dizer que Lange fosse um estreante quando se apresentou com a assinatura Helado Negro – estava preparado para mais um capítulo da sua própria história. O primeiro disco enquanto Helado Negro, “Awe Owe”, editado em 2009, foi marcado pela mistura de elementos: jazz, folk, eletrónica e as suas influências latinas.

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Os MEUTE são mesmo um dos projetos mais originais dos últimos anos. E basta ouvir o conceito para logo querer saber mais. Trata-se de uma banda techno que mais se parece com uma banda filarmónica. São onze músicos que desafiam todas as convenções e, com os seus instrumentos acústicos, reproduzem o trabalho de um DJ fechado na sua cabine. Os MEUTE ficaram conhecidos por recriar alguns sucessos da música house e techno, invadindo as pistas, os palcos e até mesmo as ruas – e ninguém que é apanhado pela onda consegue ficar indiferente a tanta energia. O líder do grupo, o trompetista Thomas Burhorn, decidiu aliar a sua formação musical à sua paixão pela música eletrónica.

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Apesar de já escrever músicas na sua cabeça desde os seis anos e na guitarra desde os 12, a verdade é que ainda levou algum tempo para que Nilüfer Yanya ganhasse coragem para mostrar todo o seu talento. Felizmente a timidez foi embora e hoje é uma das maiores promessas da música indie. A sua música sabe namorar o jazz e a soul como poucas, sem nunca perder o apelo pop que a distingue. Filho de artistas, cresceu a ouvir música turca, apresentada pelo pai, e música clássica, apresentada pela mãe, e começou a dar nas vistas graças a uma série de canções que largou na plataforma Soundcloud. Não demorou até que assinasse pela editora nova-iorquina ATO, depois de ter editado três EPs pela londrina Blue Flowers. E, neste momento, está pronta para lançar o seu disco de estreia, “Miss Universe”, aquele que é, sem dúvida, o passo mais ambicioso até aqui.

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Orville Peck – É um dos fenómenos da música indie de 2019, mas ainda pouco se sabe sobre a sua identidade. Este cowboy foragido – uma definição do próprio – prefere que seja a música a brilhar, mantendo assim uma aura de mistério à sua volta. Influenciado por Merle Haggard, Willie Nelson, Loretta Lynn ou Dolly Parton, este “cowboy” consegue integrar várias músicas dentro da sua própria linguagem. Em janeiro deste ano assinou pela Sub Pop e anunciou o lançamento do seu disco de estreia. “Pony” foi antecipado pelos singles “Dead Of Night” e “Turn To Hate”, com vídeos a acompanhar, inspirados em David Lynch. “Pony” já é um dos discos do ano, graças à sua fusão de elementos góticos, com shoegaze, indie rock e a música country dos anos 50 e 60. Nos espetáculos ao vivo apresenta-se com uma máscara, não deixa a pele de cowboy enigmático, mas faz-se notar ainda mais pela sua voz forte e melodramática, criando uma atmosfera tão cinematográfica como no disco.

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Anna Majidson e Blasé formam os Haute, um duo francês vocacionado para a eletricidade do r&b e para um pop enamorado pela soul. O nome Haute remete para as suas raízes, mas também para uma certa elegância e relevância do francês, mesmo num ambiente de língua inglesa. Além da óbvia partilha de referências, Blasé e Anna também trabalham de mãos dadas em todas as frentes: escrevem, compõem e gravam juntos numa rara simbiose. E isso explica o sucesso de temas como “Réverie”, uma faixa tocada nos hotéis Sofitel em todo o mundo. Influenciados por gente tão diferente como Pink Floyd, Led Zeppelin, Manu Chao, Prince, Air, Justice, Mr. Oizo, Daft Punk, os Haute estão empenhados em desenvolver a sua própria linguagem. O novo single, “Shut me Down” é a prova desse bom esforço, com guitarras bem funky e irresistíveis, vozes suaves e uma nuvem de sintetizadores capaz de envolver a história que é ali contada: o fim de uma relação e a dor que acompanha esse processo.

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Basta ouvir Jordan Mackampa durante alguns segundos para não se ter dúvidas de que se está diante de umas das vozes mais poderosas da atualidade. Criado em Conventry, Jordan consegue colocar as suas raízes congolesas ao serviço da música, sem nunca perder uma certa atmosfera britânica. Em 2016 editou o seu primeiro EP, “Physics”, uma coleção de canções sobre saudade e perda, temperadas com blues, folk e, claro, muita soul. Os temas envolventes desse primeiro EP tiveram seguimento em “Tales from the Broken”, um outro EP editado em 2017, mais sombrio e maduro. Podemos esperar músicas novas muito em breve e também um concerto imperdível, na primeira visita do cantor a Portugal, no Super Bock Em Stock.

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Criada numa pequena cidade em Massachusetts, Marissa Nadler começou por se apaixonar pela pintura. A música chegaria um pouco mais tarde, mas ainda a tempo de disputar o coração de Marissa. Começou a escrever as primeiras canções e lançou-se ao desafio do estúdio, com a edição do primeiro disco em 2004: “Ballads of Living and Dying”. O segundo disco, “The Saga of Mayflower May”, foi editado logo um ano depois. “Songs III: Bird on the Water”, o seu terceiro disco, já podemos ouvir alguns outros elementos, como sintetizadores, harpa e uma serie de novos instrumentos. O som de Marissa Nadler cresceu definitivamente em “Little Hells”, um disco editado em 2009 e com mais rock do que nos discos anteriores. “Marissa Nadler” (2011), “July” (2014), “Strangers” (2016) e “For My Crimes” (2018) serviram para consolidar Marissa como uma das artistas mais interessantes da cena indie norte-americana, dona de uma linguagem própria, onde há folk, dream pop e uma séries de outras influências. Este último trabalho, “For My Crimes”, medita sobre a dificuldade de levar uma relação a bom porto, mesmo quando o amor está lá.

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We can say that Ghostly Kisses is Canadian singer Margaux Sauvé’s musical dream. She started playing the violin when she was just 5 years old, following the footsteps of a family of musicians. But only later did her own songs arrive. The name Ghostly Kisses comes from a poem by William Faulkner – one of the best references to have in mind while listening to Ghostly Kisses’ ethereal voice. In 2017, the song “Such Words” reached over 50,000 plays on Spotify. In 2017, she released her first EP, “What You See”. Songs like “Empty Note” and “Roses” were there to prove all of her elegance.

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Os Dream People nasceram em Outubro de 2018. Francisco, Bernardo, Nuno, Chris e Bóris. Nenhum se conhecia até então. Nuno conheceu Francisco através de um grupo no Facebook. Francisco falou com a artista Surma. Surma aconselhou Bernardo. Bernardo conheceu Bóris. Chris apareceu num ensaio. E assim, lentamente se foram costurando os Dream People. Durante o ano de 2018, os Dream People venceram o concurso promovido pelos históricos estúdios Namouche do qual resultou a gravação do seu primeiro EP, “Softviolence”. Em Dezembro desse ano ganharam também o concurso promovido pela Antena 3 e Escola do Rock de Paredes de Coura, onde passaram uma semana em residência artística e gravaram o seu single de apresentação, “Forever, Too Long”, já disponível em todo o lado e muito bem recebido pela crítica. Quanto a planos futuros, os Dream People planeiam lançar em 2020 um EP, já composto e, no fim do ano, o seu primeiro álbum, ainda no segredo dos deuses.

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SUPER BOCK EM STOCK 2019

COMO CHEGAR:

DE CARRIS – Estação Marquês de Pombal: 702, 712, 727, 744, 746, 748 207 (carreira noturna)
Avenida Liberdade: 709, 711, 732, 736, 207 (carreira noturna)
Estação Rossio: 709, 711, 732, 736, 759, 207 (carreira noturna)

DE METRO – Linhas Azul e Amarela – Estação Marquês de Pombal
Linha Azul – Estação Avenida e Estação Restauradores
Linhas Azul e Verde – Estação Rossio

PRAÇA DE TÁXIS – Rossio / Restauradores / Praça da Alegria/ Avenida Liberdade / Marquês de Pombal

ESTACIONAMENTO – Praça da Figueira; Tivoli Fórum; Parque Mayer; Av. da Liberdade 245; Praça dos Restauradores; Martim Moniz

SALAS:

CINEMA SÃO JORGE, Sala Manoel de Oliveira e Sala 2

TEATRO TIVOLI BBVA

BLOCO MOCHE LÁ DENTRO – Capitólio, Capitólio Bastidores, Capitólio Terraço

SALA ERMELINDA FREITAS – Maxime

SALA RÁDIO SBSR – Estação Ferroviária do Rossio | IP

SALA SANTA CASA – Garagem EPAL

COLISEU DOS RECREIOS – Sala Super Bock

SALA EDP – Casa do Alentejo

PALÁCIO DA INDEPENDÊNCIA

SUPER BOCK BUS

PREÇO DOS BILHETES:

Até 30 de agosto: 40€
Até 21 de novembro: 45€
Dias 22 e 23 de novembro: 50€

LOCAIS DE VENDA:

Festicket
Blueticket – Call Center iformações e reservas 1820 (24h)
ABEP
Bilheteiras da Altice Arena
Rede Pagaqui
FNAC e bilheteira.fnac.pt
Worten
Phone House
ACP
El Corte Inglês
Turismo de Lisboa
Coliseu dos Recreios
BOL
Ticketline

Pacotes com bilhete e alojamento: Festicket

SUPER BOCK EM STOCK 2019

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SUPER BOCK EM STOCK 2019 – Mais informação ver aqui

www.superbockemstock.com facebook.com/superbockemstock

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Informação Extra:

Autocarros, Comboios, Estacionamento, Metro, Restaurantes

Morada:

Avenida da Liberdade, 1250-096 Lisboa

Coordenadas GPS:

38°43'15.87"N
9°8'45.71"W

Transportes:

Praças de Táxis
Rossio/Restauradores/Praça da Alegria/Avenida da Liberdade/Marquês de Pombal
Carris
Estação Marquês de Pombal
702, 712, 727, 744, 746, 748, 207 (Carreira Noturna)
Avenida da Liberdade
709, 711, 732, 736, 207 (Carreira Noturna)
Estação Rossio
709, 711, 732, 736, 759, 207 (Carreira Noturna)
Metro
Linha Azul e Verde (Estação do Rossio)
Linha Azul (Estação Avenida)

Para estacionamento os locais mais próximos são:
Praça da Figueira, Tivoli Fórum, Parque Mayer, Av. da Liberdade 245, Praça dos Restauradores e Martim Moniz
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