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FESTIVAL RESCALDO | CULTURGEST
  • FESTIVAL RESCALDO | CULTURGEST

  • Música & Festivais
  • Data

    16/02/2018 até 17/02/2018
    21:30 | Sexta, Sábado
  • Local

    Culturgest - Pequeno Auditório, Lisboa
  • Classificação

    M/06 anos

Descrição

FESTIVAL RESCALDO | CULTURGEST – PEQUENO AUDITÓRIO

Sex 16 de Fevereiro

Maria da Rocha 
Beetroot
Violino, eletrónicas Maria da Rocha
Maria da Rocha é uma jovem violinista e violetista, de formação clássica mas com um especial e saudável interesse pelas mais diversas linguagens, particularmente materializado pelo valor que deposita em processos individuais e coletivos de composição ou de improvisação.
Particularmente ativa entre o eixo Lisboa-Berlim–Estocolmo, conta no seu currículo com residências em vários estúdios de renome na experimentação eletroacústica (tendo, em especial, trabalhado no mítico EMS da capital sueca), bem como um enigmático e fascinante disco em duo com a “eletronicista” Maria W. Horn (na incontornável editora lusa Creative Sources), feito de diálogos entre a viola de arco e o seu processamento eletrónico em tempo real. O universo sonoro deste documento evolui para o novíssimo trabalho Beetroot, disco em solo absoluto a lançar no dia pela Shhpuma, e que constituirá a base da sua atuação na abertura do Rescaldo 2018.
 
Diana Combo + Rafael Toral + Pedro Centeno 
Mínimo de Obstrução II
Bateria, declamação Diana Combo Eletrónicas Rafael Toral Roda de bicicleta modificada Pedro Centeno
Mínimo de Obstrução II é, mais que um concerto, a instauração de um lugar sonoro pluridisciplinar, no qual a palavra – literal, poética, metafórica – ocupa um espaço fundador. Peça originalmente criada por ocasião das comemorações do centenário da Conferência Futurista de Almada Negreiros, reinventa de forma aparentemente aleatória várias das preocupações – políticas, estéticas – levantadas no Ultimatum de Almada, com uma situação-ambiente como pano de fundo e fio intersetor para as afirmações e interrogações sónicas de Diana Combo, Pedro Centeno e Rafael Toral, músicos de gerações, abordagens e backgrounds distintos, unidos pela dedicação à composição em tempo real, pela atenção ao detalhe e pela minúcia do seu labor sonoro.
 
Sáb 17 de Fevereiro
 
Joana Guerra
Violoncelo, voz Joana Guerra
A voz e o violoncelo de Joana Guerra têm sido figuras consistentemente presentes na última década de movimentações sonoras mais ou menos subterrâneas na cidade de Lisboa – perde-se a conta às dezenas de contextos em que já a vimos atuar, quer integrando bandas ligadas às mais diversas camadas e franjas (muitas vezes diametralmente opostas) do rock e da pop, quer em cenários de pura improvisação livre com vários dos mais relevantes nomes desta prática, quer acompanhando autores e compositores idiossincráticos (como por exemplo o pianista Tiago Sousa), quer ainda, e com particular relevo nos últimos 4 ou 5 anos, apresen­tando-se a solo e dando a conhecer uma linguagem que rapidamente se tem vindo a tornar muito própria.
É precisamente a solo que se apresentará no Pequeno Auditório, trazendo consigo as canções de Cavalo Vapor, segundo álbum em nome próprio lançado nos momentos finais de 2016, que evidencia essa rápida conquista de uma identidade. Dando prova de uma forma muito particular de trabalhar influências e estilos, canta-se o português, o inglês, o francês, e pressentem-se figuras tutelares como Joanna Newsom, Teresa Salgueiro ou, mais especialmente, Mimi Goese (e os incomparáveis Hugo Largo), na forma como um sopro etéreo de uma certa “mediterraneidade líquida” emana da sua música.
 
Harmonies
Piano Joana Gama Eletrónicas Luís Fernandes Violoncelo, eletrónica Ricardo Jacinto
Harmonies é um projeto de Joana Gama, Luís Fernandes e Ricardo Jacinto, criado por ocasião dos 150 anos do nascimento do francês Erik Satie.
O piano, a eletrónica e o violoncelo celebram Satie em dimensões que vão para além das estritamente musicais (através da integração de estudos visuais, caligráficos e das próprias notas do icónico compositor), num espetáculo de carácter marcadamente imersivo – e no qual a componente cenográfica se constitui como um elemento artístico mais –, feito da interpretação de fragmentos de peças mas também, e sobretudo, de um diálogo com o próprio legado e com as significações subjetivas de uma obra vasta, única e ainda hoje de tal modo desafiadora.

Informação Extra:

Acesso de Mobilidade Reduzida, Autocarros, Bares, Comboios, Estacionamento, Metro, Restaurantes

Morada:

Rua Arco do Cego 50, 1000-300 Lisboa

Coordenadas GPS:

38°44'27.23"N
9°8'34.13"W

Transportes:

Autocarro: Carreiras 736, 738, 744, 749*, 754* e 783; Praça de Londres: 722 e 767; Avenida de Roma: 735 e 767
Metro: Linha Amarela - Campo Pequeno

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